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Após mãe esperar 12 horas por atendimento médico, bebê nasce morto

Após mãe esperar 12 horas por atendimento médico, bebê nasce morto

Um caso sério tomou conta dos holofotes da Santa Casa de Jacarezinho no último sábado (31) envolvendo o prefeito do município, Sérgio Faria (DEM), que também é médico e atende no hospital. Isso porque, uma menina acabou nascendo morta durante o plantão do prefeito. A família da vítima aponta a causa da morte como demora no atendimento.

De acordo com relatos de uma das avós da criança, Maria José Chaves Aragão, sua filha, identificada como Tamires Marinho Paz, de 21 anos, realizou todos os procedimentos médicos, como o pré-natal, no Posto de Saúde do Parque Bela Vista.

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Na última segunda-feira (26), ela teria tido um sangramento e foi encaminhada ao Pronto Socorro da Santa Casa onde foi medicada e liberada. A moça ainda foi aconselhada a procurar novamente o atendimento médico caso sentisse dores novamente. Já na quarta-feira (28), novamente a moça se dirigiu até o hospital onde foi atendida pelo médico e prefeito Sérgio que estava de plantão. Após ela ser atendida foi liberada.

Já na sexta-feira (30), a moça começou a sentir dores e, por volta das 3h, Tamires deu entrada novamente no Pronto Socorro. De acordo com relatos de Maria, apesar de estar sentindo fortes dores, a jovem ficou esperando por atendimento por cerca de 12 horas e só foi atendida pelo médico quando a mãe não sentia mais a criança se mexer. Em seguida, a morte da menina que se chamaria Emanuele foi confirmada.

O laudo apresentado pelo médico Sérgio Faria apontou que a menina morreu devido a um “sofrimento fetal” que teria sido causado por uma infecção de urina de Tamires. Maria José questionou o laudo apresentado pelo médico, justificando que Tamires realizou todos os procedimentos e nada foi apontado por outros médicos. Para avó, mesmo que Tamires estivesse com uma infecção, seria um motivo a mais para que o médico atendesse a jovem com rapidez. 

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Após a morte da criança ser confirmada, ainda abalada a avó procurou a polícia para registrar um boletim de ocorrência com relação ao fato. Maria José ainda declarou que teve dificuldade para fazer sua denúncia e que só conseguiu registrar a situação após contratar uma advogada que a acompanhou até a delegacia e pediu que fosse realizada uma necropsia do corpo de Emanuele para apontar a causa da morte da criança.

O corpo de Emanuelle Vitória foi sepultado durante a manhã deste domingo (1). O médico foi procurado, mas não quis se manifestar. O caso deve ser investigado pela polícia.

 

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Fonte: NP Diário

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