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Amado Batista entra em “lista suja” de trabalho escravo após resgate de 14 trabalhadores

Casos ocorreram em 2024, em duas propriedades do cantor em Goiás

O cantor Amado Batista passou a integrar a “lista suja” do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O cadastro, divulgado nesta segunda-feira (6), inclui o nome do cantor como empregador de trabalho escravo. Ele aparece em duas autuações de Goianópolis (GO), em duas propriedades distintas.

As duas estão localizadas na área rural da cidade. No Sítio Esperança, dez trabalhadores teriam sido resgatados em situação análoga à escravidão. Já no Sítio Recanto da Mata, quatro empregados constam na lista do MTE. Ambas as propriedades aparecem enquadradas em cultivo de milho.

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Os casos teriam ocorrido em 2024, com decisão administrativa no ano passado. Os nomes dos empregadores são incluídos no cadastro após a conclusão do processo. A decisão é definitiva e sem possibilidade de recurso.

A inclusão de Amado Batista na lista integra uma atualização com 169 novos empregadores à “lista suja”. Cada empregador permanece na lista por um período de dois anos, com exceção aos que assinarem um termo de ajustamento de conduta (TAC). A normativa compromete a parte a indenizar cada vítima com, pelo menos, 20 salários mínimos e a apoiar programas de trabalhadores resgatados.

Os casos da atualização ocorreram entre 2020 e 2025. Ao todo, 614 ações foram registradas na lista.

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Fonte original Portal Banda B.

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