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Médico pediatra é preso suspeito de abusar sexualmente de crianças

Investigações começaram a partir do monitoramento de armazenamento e compartilhamento de conteúdo de abuso sexual infantil pela Polícia Federal

Redação - Folha Extra

RIO DE JANEIRO - Um médico pediatra de 28 anos foi preso na quinta-feira (5) em Angra dos Reis, no litoral sul do Rio de Janeiro, durante uma operação da Polícia Federal que investiga crimes relacionados ao abuso sexual infantil. A ação foi realizada no âmbito da “Operação Classificação de Risco”, que cumpriu um mandado de prisão temporária e três mandados de busca e apreensão.

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De acordo com a Polícia Federal, a investigação teve início a partir do monitoramento de práticas suspeitas envolvendo o armazenamento e o compartilhamento de arquivos com conteúdo de abuso sexual de crianças e adolescentes. A partir desse material, os agentes passaram a apurar condutas atribuídas ao médico, que atuava nas redes pública e privada de saúde na região.

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Os mandados judiciais foram cumpridos na residência do investigado e em duas unidades de saúde onde ele realizava atendimentos. Segundo a PF, há indícios de aliciamento de crianças e adolescentes para fins sexuais, com suposta atuação principalmente nos municípios de Angra dos Reis e Paraty, ambos no estado do Rio de Janeiro.

Durante o avanço das apurações, a polícia também identificou a possível participação de um professor, que foi chamado para prestar esclarecimentos. A corporação informou que o material apreendido contém imagens que, segundo os investigadores, indicam que os crimes podem ter ultrapassado o ambiente virtual.

“As imagens representam indícios que sugerem que os crimes saíram do ambiente virtual e podem ter passado a ser práticas efetivas. Contudo, a marcha e o desenvolvimento investigativo é que apurarão melhor todas as circunstâncias do fato”, declarou o delegado titular da Delegacia da Polícia Federal em Angra dos Reis, Clayton Lúcio.

O médico foi encaminhado ao sistema penitenciário do Estado do Rio de Janeiro, onde permanece à disposição da Justiça. Ele poderá responder por crimes como armazenamento de material com cenas de abuso sexual infantil, estupro de vulnerável, exploração sexual infantojuvenil e associação criminosa, conforme a linha de investigação.

A Polícia Federal informou que as investigações continuam com foco na identificação de possíveis vítimas e na apuração da participação de outros envolvidos. A corporação destacou que conta com o apoio da população por meio do canal Comunica PF para reunir informações que possam contribuir com o caso.

“O principal papel da Polícia Federal agora é a identificação de potenciais vítimas, contando com o apoio da população através do nosso Comunica PF, para fins de que a gente possa identificar a vítima e dar a devida responsabilização, uma vez que apenas com a vítima efetiva a gente vai conseguir fazer a responsabilização de crimes mais graves até do que esse, e localizar demais coautores e partícipes”, afirmou o delegado.

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