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Homem que se dizia pastor é preso por estuprar a enteada desde os quatro anos

Homem de 42 anos investigado por estupro de vulnerável, estupro, ameaça e violência psicológica contra a própria enteada que atualmente tem 21 anos

Redação - Folha Extra

CASTRO - A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da Delegacia de Polícia Civil de Castro, prendeu na tarde de quinta-feira (14) um homem de 42 anos investigado por estupro de vulnerável, estupro, ameaça e violência psicológica contra a própria enteada, de 21 anos. A captura ocorreu na zona rural de Dr. Ulysses, na Região Metropolitana de Curitiba. O suspeito se apresentava como pastor em Castro.

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Segundo a delegada responsável pelo caso, Renata Batista, as investigações tiveram início em 28 de maio de 2025, após o marido da vítima encontrar mensagens suspeitas no celular dela. Nos conteúdos, o padrasto enviava ameaças e xingamentos à jovem. Confrontado por familiares, o homem chegou a ser imobilizado enquanto aguardavam a chegada da polícia, mas conseguiu escapar para a mata, permanecendo foragido até a prisão.

As apurações apontam que os abusos começaram quando a vítima tinha apenas quatro anos de idade, prolongando-se até a fase adulta. Durante esse período, o investigado teria utilizado violência física e psicológica para garantir o silêncio da enteada, incluindo ameaças constantes e agressões. O homem também monitorava o celular da jovem para exercer controle sobre sua vida.

De acordo com a PCPR, o suspeito já possuía histórico de assédio a outras mulheres da família, conforme registros em boletins de ocorrência. Diante da gravidade dos fatos e do risco à integridade da vítima, a autoridade policial solicitou a prisão preventiva, que foi concedida pelo Judiciário. A decisão destacou que o investigado, na condição de padrasto e figura de autoridade familiar, submeteu a enteada a um ciclo prolongado de violência sexual e psicológica, iniciado na primeira infância.

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Após ser localizado e preso, o homem foi encaminhado à Cadeia Pública de Castro, onde permanece à disposição da Justiça enquanto seguem as investigações conduzidas pela Polícia Civil.

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