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Relatório sobre saúde mental dos professores do Estado é entregue ao Ministério da Educação

Documento foi elaborado pela Frente Parlamentar de Proteção à Saúde Mental da Casa, coordenada pela deputada Ana Júlia Riberio (PT), com dados do Poder Executivo

DA REDAÇÃO/ALEP - FOLHA EXTRA

A deputada estadual Ana Júlia Ribeiro (PT) esteve em Brasília na última semana para entregar ao Ministério da Educação o relatório elaborado pela Frente Parlamentar de Proteção à Saúde Mental da ALEP, com dados oficiais do Poder Executivo, sobre a saúde mental dos professores da rede estadual do Paraná. Em 2024, segundo os dados, mais de 10 mil licenças médicas foram concedidas por transtornos mentais a servidores efetivos da educação, o equivalente a 41 afastamentos por dia útil.  O cenário, de acordo com a parlamentar, é ainda mais grave se considerar os mais de 32 mil trabalhadores temporários (PSS), que sequer entram nas estatísticas oficiais.

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“Estamos diante de uma epidemia silenciosa. A pressão por metas irreais, a manipulação de dados e a precarização dos vínculos estão adoecendo nossos professores e trabalhadores. Essa cultura do silenciamento precisa acabar”, afirmou Ana Júlia, coordenadora da Frente Parlamentar de Proteção à Saúde Mental da ALEP.

A agenda da deputada incluiu reunião no Ministério da Educação, com Leonardo Barchini (Ministro Substituto), Rodolfo Cabral (Secretário Executivo) e Fabrício do Carmo (Diretor de Programas). No encontro, Ana Júlia cobrou a criação de um Programa Nacional de Saúde Mental na Educação, com diretrizes claras, financiamento adequado e metas para prevenção e cuidado com os profissionais da área.

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O relatório entregue destaca que mais de 25% das licenças médicas de professores em 2024 foram motivadas por transtornos mentais, revelando um problema estrutural nas condições de trabalho e um impacto direto na qualidade do ensino. “A saúde mental dos educadores é um requisito fundamental para o funcionamento das escolas e para a garantia do direito à educação de nossos alunos”, ressaltou Ana Júlia.

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Além da criação do programa nacional, a deputada sugeriu a inclusão de todos os trabalhadores, efetivos e temporários, nos levantamentos oficiais de saúde, e defendeu uma atuação mais rigorosa dos órgãos de controle como ALEP, Ministério Público e Tribunal de Contas do Estado para fiscalizar a aplicação das leis já existentes e acompanhar novas iniciativas.

A agenda da parlamentar também incluiu reunião no Ministério da Saúde, com Adriano Massuda (Secretário Executivo) e Marcelo Kimati (Diretor de Saúde Mental), além de representantes da UFPR e da direção do Sindicato dos Bancários e Financiários de Curitiba. A atuação conjunta visa dar visibilidade ao fato de que o adoecimento mental não atinge apenas os profissionais da educação, mas se alastra para outros setores, como o bancário, refletindo um problema mais amplo de precarização do trabalho e sofrimento psíquico em diversas categorias.

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