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Audiência pública debate criação de plano para fortalecer a permanência dos jovens no campo

Proposta é garantir acesso à terra, educação, saúde, crédito, conectividade e políticas públicas específicas incentivando a sucessão familiar dos jovens nas áreas rurais

Redação - Folha Extra

POLÍTICA - A Assembleia Legislativa do Paraná promoveu nesta terça-feira (15) uma audiência pública em comemoração ao Dia Estadual da Juventude Rural. O evento reuniu representantes de movimentos sociais, órgãos governamentais e entidades ligadas ao setor agrícola para discutir a criação de um Plano Estadual de Juventude e Sucessão Rural, voltado à permanência de jovens no campo.

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A proposta é garantir acesso à terra, educação, saúde, crédito, conectividade e políticas públicas específicas. O encontro foi proposto pelo deputado estadual Professor Lemos (PT), autor da lei que instituiu a data no calendário oficial. Ele defendeu a importância da sucessão familiar rural como forma de fortalecer a agricultura familiar e garantir emprego, renda e qualidade de vida no meio rural.

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A deputada federal Carol Dartora (PT) destacou os desafios enfrentados pelos jovens rurais, como a falta de oportunidades, conectividade e lazer. Tainá Guanini de Oliveira, da Fetaep, lembrou que a agricultura familiar é responsável por 70% dos alimentos consumidos no país e que a sucessão rural é essencial para a segurança alimentar. Dalila Gonçalves, da Contag, reforçou que mais de sete milhões de jovens vivem no campo no Brasil.

A audiência contou com participação de representantes do Incra, Conab, IDR-PR, MST, CTB, UPES, IFPR, Fetraf, Cejuv, Fetaep, Contag, SINJ, Fecafar-PR e Instituto Terra de Direitos. Foram abordadas questões como o acesso ao crédito, educação rural, fechamento de escolas, direitos territoriais, regularização fundiária e políticas públicas para jovens indígenas e mulheres.

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Destaque foi dado à sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que responsabilizou o Estado brasileiro pela morte de Antônio Tavares Pereira durante manifestação por reforma agrária em 2000. O caso foi citado pela advogada Daisy Ribeiro como marco internacional no reconhecimento dos direitos dos camponeses.

Participantes enfatizaram a urgência da implementação de políticas estaduais que considerem as especificidades da juventude rural, buscando garantir permanência, protagonismo e desenvolvimento sustentável no campo. O debate resultará na construção de um projeto de lei a ser apresentado na Assembleia Legislativa.

 

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