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Nova taxa dos Estados Unidos preocupa produtores de café

Segundo o Conselho dos Exportadores de Café, mais de 30% da produção brasileira é destinada ao mercado americano

Redação - Folha Extra

ECONOMIA - A queda de braço entre o governo dos Estados Unidos e do Brasil segue gerando preocupação em diferentes setores da economia brasileira. Na semana passada, o presidente Donald Trump anunciou uma tarifa de 50% para os produtos importados do Brasil. Na região do Norte Pioneiro, uma das principais preocupações é sobre os impactos na exportação do café.

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De acordo com as informações apuradas pela reportagem da Folha, a região do Norte Pioneiro é, atualmente, a maior produtora de café no Paraná expressando ainda participação significativa na produção dos grãos em todo o país. Através da inovação e sistema de cultivo, os grãos produzidos em solo pioneirense tem ganhado cada vez mais valor e admiração no mercado internacional nos últimos anos.

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Com isso, o café produzido no Norte Pioneiro ganhou reconhecimento que abriu portas para o mercado internacional. Neste cenário, os grãos cultivados em cidades como Curiúva, Figueira, Ibaiti, Japira, Jaboti, Pinhalão, Tomazina, Siqueira Campos, Salto do Itararé, Joaquim Távora e Carlópolis, fazem parte dos chamados “Cafés Especiais”. Este projeto conta com mercados internacionais como principais destinos da produção, sendo os principais países consumidores a Alemanha, Bélgica, Espanha, Austrália, Japão, Canadá e Estados Unidos.

A nível estadual, no ano passado as exportações de café renderam quase U$ 200 milhões apenas no primeiro semestre do ano, representando um crescimento de 26,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, mostrando a importância do mercado internacional para a economia do café.

De acordo com o presidente do Conselho dos Exportadores de Café, Márcio Ferreira, a taxa aplicada por Donald Trump ao Brasil preocupa os produtores brasileiros, uma vez que, segundo ele, o mercado americano é o destino de 33% de todo café produzido no Brasil.

Nesta terça-feira (15), representantes do setor agropecuário brasileiro se reuniram como ministros e secretários do governo Federal para debater a nova taxa aplicada pelo governo dos Estados Unidos. A reunião destacou um panorama preocupante para o setor caso a decisão não seja revertida, mas também demonstrou confiança de que o governo irá conseguir reverter a decisão de Donald Trump.

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