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Alexandre Curi (PSD) propõe lei para criar um cadastro estadual para condenados por estupro

Proposta do Presidente da Assembleia Legislativa prevê registro de informações biométricas, fotográficas e genéticas dos condenados para um posicionamento ético em defesa das vítimas

DA REDAÇÃO - FOLHA EXTRA

O deputado estadual Alexandre Curi (PSD), presidente da Assembleia Legislativa, apresentou na terça-feira (1º) o projeto de lei 494/2025, que institui um cadastro estadual de estupradores no Paraná. A proposta prevê o registro de informações biométricas, fotográficas e genéticas (DNA) de condenados por crimes sexuais, nos moldes da legislação recentemente sancionada em São Paulo.

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“Não podemos aceitar qualquer tipo de conivência ou negligência diante de crimes hediondos. O Estado deve adotar uma postura de tolerância zero contra estupradores e agressores sexuais”, destacou Alexandre Curi.

De acordo com Curi, a medida vai além de uma resposta legislativa a um crime de extrema gravidade. Para o deputado, trata-se de um posicionamento ético e político em defesa das vítimas e da segurança da população. “O projeto de lei tem como propósito proteger vidas, assegurar direitos e garantir que o Paraná esteja na vanguarda do combate à violência sexual”, afirmou.

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O parlamentar lembra que, embora já existam dispositivos normativos em outras esferas, é essencial que o Estado consolide um marco próprio diante da recorrência dos crimes sexuais. “Não podemos aceitar qualquer tipo de conivência ou negligência diante de crimes hediondos. O Estado deve adotar uma postura de tolerância zero contra estupradores e agressores sexuais”, reforçou.

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O projeto, que vai tramitar pelas comissões da Assembleia, também tem como objetivos fortalecer o sistema de responsabilização, ampliar o monitoramento e dificultar a reincidência de crimes sexuais. “A sociedade quer segurança, justiça e, sobretudo, mecanismos que garantam que esses criminosos não voltem a reincidir. Ao consolidar um banco de dados estadual, o Paraná terá melhores instrumentos para investigar, punir e prevenir novos casos”, concluiu Curi.

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