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Rota do Rosário no Norte Pioneiro e Campos Gerais é reconhecida como Patrimônio Cultural e Imaterial

Caminho faz parte do turismo religioso que movimenta a economia gerando emprego e renda em doze municípios da região

O projeto de lei nº 434/2019, que trata da criação da Rota do Rosário nas regiões turísticas do Norte Pioneiro e dos Campos Gerais do Paraná, segue avançando na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). A proposta, de autoria do deputado estadual Cobra Repórter (PSD), já foi aprovada em primeiro turno e retornou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) após receber uma emenda aditiva.

A emenda, apresentada pelo deputado Evandro Araújo, acrescenta ao projeto o reconhecimento da Rota do Rosário como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Paraná e inclui as festividades religiosas dos santuários no roteiro oficial. A medida foi aprovada pela CCJ nesta terça-feira (13) e deve seguir para nova votação no plenário da Alep.

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A Rota do Rosário abrange 12 municípios paranaenses: Arapoti, Bandeirantes, Ibaiti, Jacarezinho, Jaguariaíva, Joaquim Távora, Piraí do Sul, Ribeirão Claro, Ribeirão do Pinhal, Santo Antônio da Platina, Siqueira Campos e Tomazina. Cada cidade participante do roteiro possui um atrativo religioso, com destaque para o Santuário de São Miguel Arcanjo, localizado em Bandeirantes, conhecido por atrair peregrinos de diversas regiões do Brasil, principalmente durante sua festa tradicional em setembro.

A proposta busca formalizar o turismo religioso como uma vertente estratégica de desenvolvimento regional, com foco no fortalecimento da fé, cultura e história das comunidades envolvidas. A Rota do Rosário é reconhecida por fomentar a circulação de turistas motivados por aspectos espirituais e culturais, movimentando a economia local por meio da geração de renda, empregos e investimentos no setor turístico.

Com o avanço do projeto e o reconhecimento da rota como patrimônio cultural imaterial, o Paraná passa a integrar oficialmente um dos principais roteiros de turismo religioso do Brasil. A iniciativa também visa atrair a atenção de visitantes internacionais interessados no turismo de fé e em experiências religiosas.

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O projeto segue tramitando na Alep e, após as etapas legislativas, poderá ser sancionado para se tornar lei estadual.

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