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Audiência pública destaca importância das igrejas como pontes de inclusão e acolhimento 

Debate reuniu especialistas, representantes religiosos, do Poder Público e famílias para ampliar a participação de pessoas neurodivergentes nos espaços de fé

A Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) sediou nesta semana uma audiência pública com foco na inclusão de pessoas neurodivergentes em espaços religiosos. O evento integrou as ações do Abril Azul, mês dedicado à conscientização sobre o autismo, e foi promovido pelo Bloco Parlamentar da Neurodiversidade, coordenado pelo deputado Alisson Wandscheer (Solidariedade), em parceria com o Ministério Pão Diário.

Realizada no Plenarinho, a audiência reuniu representantes de igrejas, do poder público, da sociedade civil, especialistas e famílias atípicas. O objetivo foi discutir iniciativas já adotadas por instituições religiosas e propor adaptações que garantam acolhimento físico e espiritual efetivo para pessoas autistas e demais neurodivergentes.

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Durante a audiência, o deputado Alisson Wandscheer, que também é pai atípico, destacou a importância de sensibilizar a sociedade para o tema e afirmou que o acolhimento faz parte da essência da igreja. O diretor de Relações Governamentais do Instituto Qualicare, Isaac Poblete, enfatizou que as igrejas são muitas vezes os primeiros espaços de acolhimento das famílias e devem estar preparadas para promover a inclusão.

O evento também contou com falas de lideranças religiosas como o padre Aparecido, capelão do Centro Cívico, que ressaltou o papel histórico da igreja na valorização da dignidade humana. Ele mencionou o Papa Francisco, falecido nesta semana, como símbolo de acolhimento e empatia.

Representantes de diferentes denominações religiosas apresentaram experiências concretas. O pastor Anderson Cruz, da Igreja Alcance Curitiba, falou sobre a criação de um ministério específico que atende cerca de 380 famílias. Já o pastor Adoniran Melo, da Primeira Igreja Batista de Curitiba, relatou práticas como cultos com redução de estímulos sensoriais e cursos para mães atípicas.

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A audiência também abordou iniciativas institucionais. A servidora Cláudia Afanio, do Tribunal Regional Eleitoral, apresentou ações voltadas à inclusão de pessoas neurodivergentes no processo eleitoral. Especialistas como a psicopedagoga Adriana Kawalkievicz e a neuropsicóloga Júlia Pupo destacaram a importância de ambientes religiosos que respeitem as particularidades dos indivíduos para promover o verdadeiro sentimento de pertencimento.

O evento reforçou o papel das igrejas como espaços estratégicos para acolhimento, apoio social e inclusão, especialmente em comunidades vulneráveis.

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