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Pais podem ser mais ativos na vida dos filhos sem serem “chatos”, “caretas” ou até “forçados”
Manter relações boas com os filhos é uma coisa difícil, principalmente na adolescência, mas com diálogo, afeto e escuta ativa, isso se torna algo natural
Davi Martins14/04/2025
Com algumas dicas, pais podem ser mais presentes na vida dos filhos sem serem invasivos, chatos ou forçados para manter os laços. Foto: Ilustrativa/Reprodução/Internet
Hoje em dia, muitos pais se perguntam como se manter presentes na vida dos filhos sem parecerem controladores, antiquados ou até“invasivos”. A verdade é que, entre redes sociais, jogos, estudos e mudanças emocionais, os filhos, especialmente os adolescentes, não querem apenas conselhos ou broncas. Eles querem ser ouvidos de verdade, e é aí que entra o papel dos pais participativos, que sabem escutar, conversar e estar por perto de um jeito leve e respeitoso, evitando o papel de chato ou até mesmo de“careta”, que afastam os filhos.
“Estar presente não é passar o dia todo junto, e sim fazer com que o filho se sinta visto, ouvido e valorizado”, afirma a psicóloga Hellen Martins.
A primeira coisa que os pais precisam entender é que impor autoridade com rigidez não é mais sinônimo de educação eficaz. Houve um tempo em que os filhos obedeciam por medo, e isso era visto como respeito. Mas os tempos mudaram, e muito. Hoje, quanto mais autoritários os pais forem, maior a chance de criarem distância e silêncio dentro de casa. O caminho mais poderoso não é o do medo, mas o da conexão, aproximando-se dos filhos, conquistando confiança e, o principal, ser um verdadeiro aliado na vida deles.
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“Mostrar interesse pelo que seu filho ou filha gosta, mesmo que você não entenda nada, é uma forma poderosa de criar vínculo”, completa Hellen.
Porém, nesse esforço de se aproximar, muitos pais e mães acabam exagerando na dose, tentando parecer descolados demais, forçando brincadeiras ou entrando no mundo dos filhos de forma artificial. O resultado, quase sempre, é o oposto do esperado. Em vez da aproximação, surge o constrangimento.
Um exemplo disso está no filme Pai em Dose Dupla, uma comédia que mostra dois pais, um biológico e um padrasto, que tentam disputar a atenção das crianças com atitudes exageradas e acabam considerados “caretas” e até mesmo chatos pelas crianças. O filme é leve e divertido, mas ilustra bem o que acontece quando a tentativa de estar junto perde o equilíbrio e vira uma competição ou um show de piadas sem contexto. Não é sobre “vencer” o amor dos filhos, mas construir esse amor no dia a dia, com afeto, diálogo e presença de verdade.
“Mostrar interesse pelo que seu filho ou filha gosta, mesmo que você não entenda nada, é uma forma poderosa de criar vínculo”, afirma a psicóloga Hellen Martins. Foto: Imagem Ilustrativa/Reprodução/Internet
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A psicóloga Hellen Martins explica que a presença dos pais não precisa ser algo maçante, constante e exagerado, mas sim significativa. “Estar presente não é passar o dia todo junto, e sim fazer com que o filho se sinta visto, ouvido e valorizado”, afirma. Isso se torna ainda mais importante na adolescência, quando os filhos estão formando identidade, descobrindo o mundo e, muitas vezes, se sentindo inseguros.
Segundo ela, muitos pais se afastam sem perceber, repetindo perguntas automáticas como “como foi a escola hoje?”, mas o adolescente precisa de conversas mais reais, que toquem o que realmente importa para ele. “Mostrar interesse pelo que seu filho ou filha gosta, mesmo que você não entenda nada, é uma forma poderosa de criar vínculo”, completa Hellen.
Mas é claro que ser amigo do seu filho não significa abrir mão de impor limites. Educar com afeto não exclui o papel de orientar, dizer “não” quando necessário e ensinar sobre consequências. A diferença está na forma. Impor limites não deve transformar o ambiente familiar em uma ditadura militar, com gritos, broncas e punições, mas sim em um espaço de diálogo, onde os pais explicam com calma o porquê das regras, escutam o que os filhos têm a dizer e constroem juntos uma relação baseada no respeito mútuo.
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Um dos pontos principais que devem ser dialogados com os filhos, principalmente os adolescentes, é sobre sexualidade, um dos assuntos que causam inúmeras inseguranças e desconfortos, tanto para os pais quanto para os próprios filhos. Mas, segundo Hellen Martins, esse diálogo é essencial, e precisa começar ainda antes da adolescência, de forma leve e natural.
“Conversar sobre sexualidade com respeito, clareza e naturalidade é uma das maiores formas de cuidado que os pais podem oferecer”, afirma. Sexualidade não é só sobre sexo, mas também sobre sentimentos, respeito ao corpo, limites, afeto, autocuidado e responsabilidade.
Em vez de esperar uma grande conversa formal, os pais podem aproveitar momentos do cotidiano, como uma cena de filme, uma música, uma pergunta casual, para iniciar o assunto com tranquilidade. Perguntar o que o filho já ouviu sobre determinado tema e dar espaço para dúvidas, sem rir, corrigir bruscamente ou julgar, faz com que o jovem se sinta respeitado e seguro.
Chamar as coisas pelo nome, como “menstruação”, “ejaculação”, “consentimento” e “relacionamento”, ajuda a quebrar o tabu e mostra que aquele assunto pode sim ser tratado em casa. Quando isso acontece desde cedo, o adolescente entende que pode contar com os pais, inclusive nas situações mais delicadas. “A melhor fonte de informação deve ser a família, e não a internet ou os colegas da escola”, reforça Hellen.
Falar sobre sexualidade, ao contrário do que muitos ainda pensam, não incentiva comportamentos impróprios. Pelo contrário: previne riscos, fortalece valores e aproxima pais e filhos. Afinal, as redes sociais já estão fazendo a função de levar estes assuntos para os jovens, mas não da maneira correta, e o papel dos pais neste assunto é fundamental para evitar problemas futuros.
Contudo, a presença dos pais se constrói nos pequenos gestos, nas conversas simples e na escuta sem julgamentos. É assim que nascem os vínculos mais fortes, aqueles que resistem ao tempo e aos desafios de cada fase, transformando os pais no maior auxílio dos jovens em momentos difíceis.
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