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Paraná atinge a menor taxa de desemprego da história segundo IBGE

De acordo com os dados divulgados, estado registrou apenas 3,3% da população desocupada

O Paraná atingiu a menor taxa de desemprego da sua história, com apenas 3,3% da população desocupada, conforme os dados do quarto trimestre de 2024 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (14). Esse índice recorde reflete uma redução de 0,7% na taxa de desocupação em relação ao trimestre anterior, o que representa a maior queda trimestral registrada no Brasil, ao lado de Minas Gerais.

O governador Carlos Massa Ratinho Junior destacou a importância da geração de empregos para a economia do Estado. "O emprego é o melhor programa social que existe. Gera renda para as famílias, com dignidade e autonomia", afirmou. Ratinho Junior ainda ressaltou que o Paraná vive atualmente uma situação de "pleno emprego", o que impacta positivamente em diversos outros indicadores de desenvolvimento social. Segundo ele, esse recorde é resultado de um ambiente de negócios favorável no Estado, que tem atraído um volume inédito de investimentos.

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A pesquisa do IBGE, que iniciou sua série histórica em 2012, revela que o Paraná superou o recorde anterior de 3,8%, alcançado no quarto trimestre de 2014. A taxa de desemprego no Estado tem mostrado uma melhora contínua nos últimos anos, com uma redução significativa desde 2019. No início de 2019, o índice estava em 9%, e atualmente é de 3,3%, o que representa uma queda de dois terços.

O secretário do Trabalho, Qualificação e Renda, Mauro Moraes, afirmou que o recorde de desemprego no Paraná é reflexo das políticas públicas de atração de investimentos e qualificação da mão de obra local. Ele também destacou o potencial de crescimento do Estado e os esforços contínuos para gerar mais oportunidades de emprego e renda para os paranaenses em todas as regiões.

No cenário nacional, o Paraná apresenta a quarta menor taxa de desocupação do Brasil, atrás apenas de Mato Grosso (2,5%), Santa Catarina (2,7%) e Rondônia (2,8%). O índice de 3,3% ultrapassa o do Mato Grosso do Sul (3,7%), que no trimestre anterior apresentava uma taxa inferior à do Paraná. O Paraná segue com uma taxa de desemprego mais baixa do que outros estados importantes, como Minas Gerais (4,3%), Rio Grande do Sul (4,5%), Goiás (4,8%), São Paulo (5,9%) e Rio de Janeiro (8,2%). A média nacional de desemprego no Brasil foi de 6,2%, com uma queda de 0,2% entre o terceiro e o quarto trimestre de 2024.

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Em termos absolutos, o número de desempregados no Paraná também atingiu o menor valor da história. De acordo com a PNAD Contínua, o Estado registrou 206 mil pessoas desocupadas ao final de 2024, uma redução de 47 mil pessoas em relação ao trimestre anterior. Esse número de desempregados é o menor já registrado, refletindo a recuperação e o crescimento do mercado de trabalho no Estado.

Outro dado importante da pesquisa é o recorde no número de pessoas ocupadas no Paraná, que chegou a 6,1 milhões de trabalhadores com mais de 14 anos de idade. Esse número representa um aumento de cerca de 91 mil pessoas em relação ao terceiro trimestre de 2024. Do total de pessoas ocupadas no Estado, 79,6% são trabalhadores formais no setor privado, com carteira assinada, o que também é um índice acima da média nacional, que é de 73,4%.

O Paraná ocupa a quarta posição no Brasil em termos de percentual de trabalhadores formais, ficando atrás apenas de Santa Catarina (87,9%), São Paulo (81,2%) e Rio Grande do Sul (79,9%). A crescente formalização do trabalho no Estado é um dos fatores que contribui para a estabilidade e a qualidade do emprego oferecido à população.

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Esses dados apontam para uma recuperação sólida do mercado de trabalho no Paraná, que se mantém como um exemplo de desenvolvimento econômico e social no Brasil, com investimentos estratégicos e políticas públicas focadas na geração de empregos e no fortalecimento da economia local. O baixo índice de desemprego e o alto número de trabalhadores formais são indicadores de um mercado de trabalho robusto e com boas perspectivas para o futuro próximo.

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