Buscar

Carregando...

Carregando favoritos...

Newsletter image

Assine nossa Newsletter

Junte-se aos mais de 10k+ de pessoas que serão notificadas por nossas novidades e notícias.

Não se preocupe, sem SPAM! Você pode cancelar a qualquer momento.

Confirmidade com a LGPD

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Ao continuar a utilizar o nosso site, você aceita o uso de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Uso.

Receba Notícias no WhatsApp

Cadastre-se para receber as principais manchetes diretamente no seu celular.

* Ao clicar em inscrever-se, você será redirecionado para o WhatsApp para enviar a mensagem de confirmação.

Publicidade
Anúncio

Bombeiro fala sobre os principais riscos de afogamento ao nadar em rios

Juliano Dacol Pereira explica que mesmo em locais conhecidos, há perigos que podem se esconder nas águas e tirar vidas

O caso de um jovem de 18 anos que desapareceu na tarde do último domingo (19) após tentar atravessar a nado um rio que passa pelo município de São José da Boa Vista, no Norte Pioneiro, traz à tona um perigo muitas vezes ignorado pela maioria das pessoas, nadar em rios e represas. A Folha conversou com Juliano Dacol Pereira, Aspirante Oficial do Corpo de Bombeiros que deu dicas de segurança e alertou sobre os perigos que se escondem nas águas.

Quando se trata de um local conhecido e utilizado para o nado, a maioria das pessoas, especialmente os mais jovens, tendem a não se preocupar com acidentes ou riscos no momento. Com isso, existe grande chance de que a pessoa acabe se envolvendo em momentos de grande perigo, que podem resultar até mesmo em fatalidades.

Continua após a publicidade

Entre os acidentes mais comuns relacionados ao tema, está o mergulho de cabeça, que pode resultar em fatalidades tanto em lugares conhecidos quanto em lugares desconhecidos.

“É de suma importância que as pessoas evitem este tipo de ação, principalmente em áreas que não se conheça o que está abaixo da superfície da água e também em locais mais rasos”, explicou Juliano.

O mergulho de cabeça, pode ser fatal, mas também há a possibilidade de que a pessoa sobreviva, mas acabe sofrendo lesões sérias. “Quando a pessoa sofre o impacto de bater com a cabeça no chão, com o peso do corpo, adicionado à velocidade do impulso, é possível que sobreviva, mas pode ter traumas sérios, principalmente na coluna cervical”, afirmou Juliano.

Continua após a publicidade

Segundo Juliano, outra medida de segurança importante, é não entrar em locais de forte correnteza. “Mesmo para pessoas que saibam nadar, existe essa dificuldade em relação a nadar contra a correnteza. Então, sendo experiente ou não, é importante não nadar nesses locais, principalmente contra a correnteza”, informou.

Conforme explicou Juliano, caso a pessoa acabe entrando em uma correnteza durante o nado, nadar contra ela não é a melhor opção. Nesse caso, é importante nadar em sentido diagonal, ou seguindo o fluxo da correnteza até um ponto que consiga alcançar a margem do rio. “Caso a pessoa tente nadar contra a correnteza, vai cansar rápido e acabar entrando em conflito psicológico para tentar sair da situação, o que deixa o retorno às margens ainda mais difícil”, comentou Juliano.

Outro fenômeno comum em rios de águas correntes, é o refluxo, que popularmente é conhecido como redemoinho. O fenômeno, é um movimento diretório de águas, puxando tudo que está ao redor para o seu interior e, consequentemente, para baixo da água. Portanto, antes de entrar na água, é importante analisar e observar a presença deste fenômeno para evitar nadar em suas proximidades.

Continua após a publicidade
Receba nossas notícias no WhatsApp!

Entre no grupo Folha Extra 01 e fique por dentro de tudo.

Notícia Anterior
Itaipu recebe prefeitos do Norte Pioneiro para discutir parcerias e desenvolvimento regional
23/01/2025
Próxima Notícia
Acidente mata mulher em Siqueira Campos
23/01/2025