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Soltar pipa nas férias exige atenção dobrada para evitar problemas

Brincadeira comum durante a temporada de férias pode apresentar riscos para as crianças

Com a temporada de férias no auge, a criançada se anima para aproveitar o tempo livre com as mais diversas atividades e brincadeiras. Entre as opções mais atrativas e populares, soltar pipa é uma das brincadeiras que ganha destaque nessa época do ano. Contudo, essa diversão ao ar livre pode representar sérios riscos para os pequenos, e até para os adultos, exigindo atenção redobrada e cuidados específicos durante a temporada.

O céu colorido com as pipas em formatos e cores mais diversificadas, o confronto entre pipeiros que tentam cortar as pipas uns dos outros, o famoso “relo”, e a criançada correndo atrás das pipas, são cenas típicas da época. Mas muitas das vezes, a brincadeira, que parece ser inofensiva, pode ter finais desastrosos e dramáticos.

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Embora pareça uma atividade simples e sem perigos, soltar pipa pode trazer complicações que envolvem tanto o bem-estar das crianças quanto a segurança de quem está por perto. Um dos maiores perigos está relacionado ao uso do cerol, que nada mais é do que cacos de vidro, triturados, misturados com cola e passados nas linhas de pipa para torna-las cortante, e praticar o famoso “relo” entre pipeiros. O objetivo é inofensivo, derrubar a pipa do adversário não parece ser um problema, mas essa prática apresenta vários riscos.

Apesar de ser ilegal em muitas cidades, o cerol continua sendo amplamente utilizado, especialmente entre crianças, adolescentes e até mesmo adultos que querem “duelar” contra outras pessoas. Porém, quando a linha entra em contato com a pele, pode causar cortes profundos e, nos piores dos casos, até mutilações graves.

Isso pode acontecer não apenas com quem está soltando a pipa, mas também com pessoas que passam ao redor, motociclistas ou outras pessoas que também estejam soltando pipa nas proximidades. Há relatos de acidentes fatais causados por esse tipo de linha.

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Outro risco comum da brincadeira, é quando as pipas ficam enroscadas em postes de luz ou na rede elétrica das residências. O vento forte pode ser um aliado para a brincadeira, mas também pode tornar a situação mais imprevisível. Muitas vezes, a pipa é cortada por outra linha, a linha estoura com a força do vento, ou simplesmente não consegue ser controlada, levando as pipas diretamente para os fios elétricos.

Nesse momento, muitas crianças, ou adultos, tentam resgatar as pipas enroscadas, mas é importante que não façam isso, para sua própria segurança, pois o contato com a rede elétrica pode ser fatal. Muitas das vezes, as crianças não tem noção do perigo real, e acabam escalando os postes ou tentam desenroscar com algum bastão ou cabo de vassoura.

Quando as crianças, ou qualquer pessoa, tenta fazer isso, acaba se colocando em risco de choque elétrico, ou até mesmo provocar um curto-circuito, que pode afetar a energia da região e gerar até mesmo incêndios.

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Pipas caindo na casa dos vizinhos também é uma cena comum da época. Foto: Imagem Ilustrativa/Reprodução Internet

 

Além dos perigos relacionados ao cerol e aos fios elétricos, outro problema recorrente durante a temporada, é a queda de pipas nas casas vizinhas. Quando isso acontece, muitas crianças se sentem tentadas a invadir a residência alheia, mesmo sem a autorização dos moradores, para recuperar sua pipa.

Embora pareça uma atitude inocente, ou pareça a atitude certa já que a pipa é da criança, entrar na casa de outra pessoa pode resultar em situações complicadas. Muitas casas possuem cercas elétricas ou animais de estimação que podem representar riscos sérios para as crianças.

Soltar pipa é uma das atividades mais tradicionais e divertidas das férias, mas deve ser realizada com consciência e cuidados para garantir que a diversão não acabe em acidentes. Conscientizar as crianças sobre os perigos do cerol, supervisionar as brincadeiras e escolher locais seguros para soltar as pipas são medidas essenciais para evitar tragédias.

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