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Estado vai investir R$ 14 milhões no desassoreamento de rios e canais do Litoral

Obras começam imediatamente entre os canais que serão desassoreados está o do Rio Peri, que atua como um dos principais receptores de águas fluviais

O Governo do Estado, por meio do Instituto Água e Terra (IAT), vai investir R$ 14 milhões em obras de drenagem e limpeza de canais nos municípios do Litoral. O processo, chamado de desassoreamento, prevê a dragagem com a retirada lodo, areia, solos e cascalhos, entre outros sedimentos, e busca amenizar os pontos de alagamentos causados pela intensidade das chuvas.

De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) a precipitação acumulada passou de 100 milímetros (mm) na quarta-feira (08) em Paranaguá.

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O anúncio foi feito nesta quinta-feira (09) pelo secretário estadual do Desenvolvimento Sustentável (Sedest), Everton Souza, durante reunião na prefeitura de Pontal do Paraná. “É um trabalho periódico que o Estado faz, mas que sentimos a necessidade de reforçar em razão da concentração de chuvas neste período do ano, o que tem causado problemas pontuais em determinados locais do Litoral. Por isso, em conjunto com as prefeituras, vamos intensificar o serviço para melhorar a condição ofertada à população e aos turistas”, explicou Souza.

As obras começam imediatamente. Entre os canais que serão desassoreados está o do Rio Peri, que atua como um dos principais receptores de águas fluviais das cidades de Matinhos e Pontal do Paraná. A força-tarefa promovida pelo IAT prevê ações também em Guaraqueçaba, Antonina, Guaratuba, Paranaguá (incluindo a Ilha do Mel) e Morretes.

“Queremos com essa operação amenizar os impactos das cheias. Mapeamos os locais que precisam desse desassoreamento e já começamos a atuar”, destacou o diretor-presidente do IAT, José Luiz Scroccaro.

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A ação compõe um conjunto de medidas implementadas pelo Estado para intensificar a limpeza urbana nos balneários. Entre elas, o repasse de R$ 15,8 milhões para reforçar a coleta de resíduos sólidos durante a temporada. Além disso, o IAT criou um canal de comunicação direta com a população para receber reclamações referentes à regularização e periodicidade do serviço. Basta mandar uma mensagem por WhatsApp para o telefone (41) 9-9554-3592. O número é exclusivo para atendimentos referentes à coleta de lixo na região litorânea.

O pacote engloba ainda atividades de educação ambiental, fiscalização e licenciamento, com investimento total de R$ 31,6 milhões.

A Sanepar também divulgou recentemente um comunicado reforçando que a água da chuva deve seguir o curso natural até os rios e córregos e, por isso, é preciso que as calhas e os ralos devam estar ligados nas galerias pluviais ou que essa água seja percolada em solo. Nunca devem ser dispostas nas redes coletoras de esgoto.

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As tubulações que transportam o esgoto até o tratamento são dimensionadas para receber somente o líquido oriundo dos banheiros, pias de cozinhas, tanques e máquinas de lavar roupas. Quando direcionada incorretamente para a rede coletora, a água da chuva causa transtornos operacionais, ambientais e para a própria população, causando extravasamentos das tubulações e dos poços de inspeção da Sanepar, refluxo do esgoto para dentro dos imóveis e, interferindo no processo de tratamento nas estações.

Em algumas cidades, como por exemplo, as litorâneas, que estão ao nível do mar, as ruas alagam quando ocorrem chuvas mais intensas e abundantes. Nessa situação, não devem ser abertos os tampões das tubulações de esgoto para tentar escoar essa água mais rapidamente.

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