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Paraná está em alerta para gripe suína; uma pessoa morreu vítima da doença

Diagnóstico da causa da morte do paciente foi confirmado pelo Instituo Oswaldo Cruz

O estado do Paraná está em alerta para a A(H1N)v, popularmente conhecida como Gripe Suína. Na semana passada, foi confirmada a morte de uma mulher de 42 anos na região Norte do estado.

De acordo com as informações divulgadas pela CNN Brasil, a paciente que veio a óbito vítima da doença é uma mulher moradora do município de Toledo, no interior do estado. A mulher realizava tratamento contra o câncer e morava em uma região onde há uma fazenda com granja de suínos.

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A mulher começou a sentir febre, dor de cabeça, dor de garganta e dores abdominais no dia 1º de maio e acabou sendo hospitalizada no dia 3 devido a evolução dos sintomas para uma infecção respiratória aguda grave.

Enquanto a paciente ainda estava internada, a equipe médica realizou a coleta de uma amostra “Swab” para realizar o teste de influenza e Covid-19. O material foi encaminhado ao LACEN (Laboratório Central do Estado) conforme rege o protocolo. O resultado da análise apontou que a paciente estava com o vírus influenza A/H1.

Na sequência, a amostra coletada na paciente também foi encaminhada ao Laboratório o Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz), que é referência nacional no assunto. Após os testes, foi confirmado que o caso se tratava da A(HN1)v, o mesmo encontrado em suínos.

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A paciente chegou a ser internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), mas não resistiu aos sintomas e veio a óbito no dia 5 de maio.

Segundo as investigações realizadas até o momento, a vítima não chegou a ter contato direto com os porcos criados na referida fazenda, mas sim com duas pessoas próximas a ela que trabalhavam no local.

Ainda conforme a Fiocruz e OMS (Organização Mundial da Saúde), este é o primeiro caso da infecção em humanos registrado no ano de 2023. Já no Paraná, a paciente é a terceira pessoa diagnóstica com a doença, sendo que os outros dois casos aconteceram em 2021 e 2022.

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As autoridades ainda relataram que é importante destacar que este vírus não tem relação com o H5N1, popularmente conhecido como “Gripe Aviária”.

A SESA (Secretaria de Estado da Saúde) informou o caso ao Ministério da Saúde e a OMS. Ainda segundo a secretaria, as causas da morte da paciente seguem sendo investigadas.

Já a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (ADAPAR), informou que segue realizando o monitoramento das propriedades que criam suínos na região de Toledo, mas que até o momento não há nenhuma ocorrência da doença circulando entre os animais.

 

CONTÁGIO

De acordo com os especialistas, a transmissão e contágio da doença acontecem quando há a exposição dos humanos de maneira direta ou indireta aos animais ou ambientes que estejam contaminados. Além disso, um paciente contaminado também pode transmitir a infecção para outra pessoa. O contágio acontece através do contato com a saliva ou outras secreções do indivíduo contaminado.

Ainda segundo a OMS, não há risco de contaminação de seres humanos pela doença por meio da ingestão de carne suína, desde que a mesma seja devidamente frita ou cozida, ações que eliminam o organismo transmissor do vírus.

Não há vacina específica contra o vírus, mas as autoridades em Saúde informam que a vacina contra a gripe reduz os riscos e os danos causados pela infecção.

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