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Portos do Paraná inicia plantio de mudas de árvores em áreas de preservação degradadas

Programa pretende recuperar 40 hectares de áreas degradadas na beira de rios ou entorno de nascentes, na Área de Proteção Ambiental de Guaraqueçab...

A Portos do Paraná iniciou nesta semana o plantio de mudas de árvores nas áreas que estão sendo recuperadas através de sistemas agroflorestais do Programa de Recuperação de Áreas de Preservação Permanente Degradadas – PRAD. A intenção é recuperar 40 hectares de áreas de preservação permanente, seja na beira de rios ou no entorno de nascentes.

O trabalho é desenvolvido em propriedades agrícolas parceiras, dentro da Área de Proteção Ambiental de Guaraqueçaba, nas bacias hidrográficas dos rios Pequeno, Cacatu, Faisqueira e Cachoeira

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“A ação contribui para o aumento e atração da biodiversidade da fauna nativa para o local da intervenção, pois a metodologia imita o que acontece na natureza, utilizando o princípio da sucessão vegetal. Auxilia, ainda, na soberania alimentar das famílias envolvidas, com o uso de espécies de interesse econômico, ecológico e alimentar”, explica o diretor de Meio Ambiente da Portos do Paraná, João Paulo Santana.

“Nessa fase as equipes de campo estão plantando as mudas que foram produzidas nos viveiros implantados pelo projeto ou que foram adquiridas de viveiros de terceiros, nas propriedades dos produtores parceiros”, explica Pedro Cordeiro Pisacco, coordenador de Sustentabilidade da Portos do Paraná.

A coordenadora de sistemas agroflorestais do PRAD, Suzana Alves, salienta que os sistemas agroflorestais são sistemas de produção que conciliam a recuperação da cobertura da cobertura florestal, com a produção de alimentos, podendo ser para o autoconsumo ou geração de renda da família. “Plantamos em áreas degradadas que possuem nascentes, passagem de córrego ou rio. O foco é sempre manter a cobertura vegetal ao longo do curso da água, para proteger o solo e não deixar que ele corra para dentro do córrego ou rio e vá parar na baía”, afirma.

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Entre as espécies estão árvores nativas, árvores frutíferas nativas (palmeira Jussara, pitanga, araçá) e não nativas, exóticas e enxertadas, como laranja, abacate e acerola.

PRODUTORES– Para o agricultor familiar Tiago Andrade Souza Martins, além do reflorestamento da área degradada, o PRAD vai ajudar na renda. “Os frutos que serão implantados aqui vou comercializar na merenda escolar, onde forneço. Vai ter laranja, poncã, mexerica, banana, jabuticaba, diversas variedades, além das nativas”, completa.

Zenildo dos Santos, que mora há oito anos no Sítio Esperança, na Barra do Rio Pequeno, explica que aderiu ao PRAD para proteger uma área de nascente que está dentro da propriedade, mas estava se degradando. “Vamos transformar o espaço em um sistema agroflorestal, vai trazer aparência boa para o lugar e benefícios para nós também.

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ODS– Segundo Santana, o PRAD inova no setor ambiental portuário e utiliza os princípios técnicos da permacultura (sistema de planejamento de ambientes humanos sustentáveis) para sequestrar carbono da atmosfera, conforme a floresta se regenera.

“Assim, contribuímos para a redução da emissão de gases de efeito estufa, diminuindo os efeitos das mudanças climáticas e contemplando ainda os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, dos quais a Portos do Paraná é signatária”, diz Santana.

Com o PRAD, serão contemplados os ODS 2 (acabar com a fome e extrema desnutrição global), 12 (consumo e produção responsáveis), 13 (ação contra a mudança global do clima), 14 (conservar e usar de forma sustentável os oceanos, mares e recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável) e 15 (proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres.

CONVÊNIO – Paralelamente ao plantio dos sistemas agroflorestais, a Portos do Paraná firmou um convênio com a Universidade Federal do Paraná (UFPR) para avaliar a quantidade de sedimento que vai deixar de chegar até o estuário com a recuperação de áreas degradadas por sistemas agroflorestais.

“A ideia é avaliar como a recuperação das áreas com florestas reduz a produção de sedimentos, que em um primeiro momento são carreados aos rios e, posteriormente, chegam até a área de interesse portuário, com impacto na necessidade de obras de dragagem”, avalia o gerente de Meio Ambiente da empresa pública, Thales Schwanka Trevisan.

O Programa de Recuperação de Áreas de Preservação Permanente Degradadas para a APA de Guaraqueçaba é uma medida compensatória inserida na Licença de Instalação da Dragagem de Aprofundamento do Porto de Paranaguá.

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