Terms of use dolor sit amet consectetur, adipisicing elit. Recusandae provident ullam aperiam quo ad non corrupti sit vel quam repellat ipsa quod sed, repellendus adipisci, ducimus ea modi odio assumenda.
Disclaimers
Lorem ipsum dolor sit amet consectetur adipisicing elit. Sequi, cum esse possimus officiis amet ea voluptatibus libero! Dolorum assumenda esse, deserunt ipsum ad iusto! Praesentium error nobis tenetur at, quis nostrum facere excepturi architecto totam.
Lorem ipsum dolor sit amet consectetur adipisicing elit. Inventore, soluta alias eaque modi ipsum sint iusto fugiat vero velit rerum.
Limitation on Liability
Sequi, cum esse possimus officiis amet ea voluptatibus libero! Dolorum assumenda esse, deserunt ipsum ad iusto! Praesentium error nobis tenetur at, quis nostrum facere excepturi architecto totam.
Lorem ipsum dolor sit amet consectetur adipisicing elit. Inventore, soluta alias eaque modi ipsum sint iusto fugiat vero velit rerum.
Copyright Policy
Dolor sit amet consectetur adipisicing elit. Sequi, cum esse possimus officiis amet ea voluptatibus libero! Dolorum assumenda esse, deserunt ipsum ad iusto! Praesentium error nobis tenetur at, quis nostrum facere excepturi architecto totam.
Lorem ipsum dolor sit amet consectetur adipisicing elit. Inventore, soluta alias eaque modi ipsum sint iusto fugiat vero velit rerum.
General
Sit amet consectetur adipisicing elit. Sequi, cum esse possimus officiis amet ea voluptatibus libero! Dolorum assumenda esse, deserunt ipsum ad iusto! Praesentium error nobis tenetur at, quis nostrum facere excepturi architecto totam.
Lorem ipsum dolor sit amet consectetur adipisicing elit. Inventore, soluta alias eaque modi ipsum sint iusto fugiat vero velit rerum.
Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Ao continuar a utilizar o nosso site, você aceita o uso de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Uso.
Receba Notícias no WhatsApp
Cadastre-se para receber as principais manchetes diretamente no seu
celular.
* Ao clicar em inscrever-se, você será redirecionado para o WhatsApp para enviar a
mensagem de confirmação.
Campanha estadual criada por mulheres estimula denúncias de violência no Paraná
Dados de uma pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam a ocorrência de mais de 4.600 casos de violência doméstica contra a mulher ...
da Redação21/03/2023
Foto: Reprodução Youtube-Governo do Paraná
A violência contra a mulher ainda é um assunto delicado, em que muitas se recusam a relatar o ocorrido ou têm dificuldades em perceber que são vítimas. Para mudar este cenário e garantir a proteção efetiva das mulheres, o Governo do Estado lançou nessa terça-feira (21) uma nova campanha educativa criada totalmente por mulheres que estimula o registro das denúncias pelas vítimas e testemunhas. Ela foi apresentada em primeira mão no evento II Encontro das Primeiras-Damas do Paraná — A Força da Mulher Paranaense.
As peças sobre o tema serão veiculados ao longo desta semana em rádio e televisão e em publicações nas redes sociais até o fim de abril. A partir de cenas dramatizadas que infelizmente são um retrato da realidade comum em muitos lares, o material aborda o ciclo vicioso de violência vivido pela maioria das vítimas.
Continua após a publicidade
Nas situações mostradas, o agressor, que acha que é uma espécie de controlador da vida da mulher, usa xingamentos, gritos e agressões em situações comuns. Na sequência, demostra arrependimento, momento em que o ciclo se reinicia. Na maioria dos casos, os crimes são cometidos pelos próprios companheiros ou ex-companheiros, mas também podem partir de filhos, pais, parentes próximos, cuidadores e até mesmo vizinhos. Acontece em casa, no trabalho, na vida social e na rua.
A pedido da Secretaria de Estado da Comunicação, a veiculação será intensificada nos finais de semana, que, segundo sondagem da agência que confeccionou as peças, concentram o maior número de buscas sobre denúncia.
De acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mais de 4.600 casos de violência doméstica contra a mulher são registrados por mês no Paraná. Em todo o Estado, mais de 30 mil mulheres receberam medidas protetivas de urgência do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) em 2022.
Continua após a publicidade
Estimativas apontam que, nos casos mais graves de agressão, 45% das vítimas acabam não tomando qualquer atitude. Entre as que procuram ajuda, 22% recorrem aos familiares, 13% aos amigos, 12% realizam denúncias na delegacia da mulher e 7% em delegacias comuns. Por fim, 7% acionaram a Polícia Militar pelo telefone 190 e apenas 2% ligaram para a Central de Atendimento à Mulher no número 180.
Umacartilhamais detalhada elaborada pelo Estado sobre o assunto também explica os diferentes tipos de agressão. Além da física uma das mais comuns e fácil de detectar, as mulheres podem sofrer violência psicológica, quando há dano emocional por meio de ameaças, humilhações, chantagem e constrangimento; sexual, com relações forçadas por meio de ameaça ou força; patrimoniais, quando o criminoso retém, furta ou destrói bens de uso pessoal da vítima; ou morais, como falsas acusações ou o vazamento de fotos íntimas, podendo ocorrer inclusive pela internet.
Mesmo em situações em que as agressões não são testemunhadas, alguns sinais podem ajudar a identificar potenciais vítimas. Entre eles, estão hematomas, queimaduras, contusões e fraturas, relatos frequentes de acidentes ou de dores, isolamento da mulher, mudanças frequentes de emprego ou de endereço, além de distúrbios como depressão, transtornos alimentares e uso de álcool e drogas.
COMO AGIR– As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelas vítimas ou testemunhas pelo telefone 181. Caso um crime tenha acontecido ou esteja prestes a acontecer, o recomendado é acionar a Polícia Militar pelo número 190. A vítima pode registrar um boletim de ocorrência na delegacia da Polícia Civil ou, em caso não possa à delegacia, o registro pode ser feito online pelo site policiacivil.pr.gov.br/BO .
Entre as medidas que podem ser aplicadas contra o agressor, estão o afastamento do lar, com proibição de chegar perto ou manter contato com a vítima, familiares e testemunhas, a restrição ou suspensão de visitas aos filhos e a suspensão do porte de armas. Em casos de necessidade, pode ser determinada até mesmo a prisão preventiva do agressor.
Confira os contatos úteis em caso de denúncia:
Central de Atendimento à Mulher - 180
Centro de Referência de Atendimento da Mulher - CRAM - (41) 3338-1832
Juizado da Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher - (41) 3010-7034
Disque Denúncia - 181
Disque Direitos Humanos - 100
Polícia Militar - 190
Polícia Civil - 197
Confira o vídeo:
Receba nossas notícias no WhatsApp!
Entre no grupo
Folha Extra 01 e fique
por dentro de tudo.