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Em reunião técnica, Paraná reforça demandas levadas pelo governador à União

Nova Ferroeste, os recursos provenientes do fim do financiamento da Usina de Itaipu e verbas para a manutenção de rodovias são as principais quest...

A Nova Ferroeste, os recursos provenientes do fim do financiamento da Usina de Itaipu e verbas para a manutenção de rodovias foram as principais demandas do Paraná junto à União apresentadas nesta terça-feira (31) em reunião virtual com representantes do governo federal e de todos os estados. O secretário de Planejamento do Paraná, Guto Silva, participou do encontro, que foi comandado por Mauricio Muniz, subchefe da Secretaria Especial de Articulação e Monitoramento, da Casa Civil da União.

Essas demandas haviam sido compartilhadas na última sexta-feira (27) em encontro realizado em Brasília, com a participação do governador Carlos Massa Ratinho Junior . Guto Silva explicou que a reunião técnica serviu para reforçar as demandas do Paraná, iniciar a instrumentalização do calendário de ações próximas e esboçar o plano de investimentos.

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“São nossas demandas a Nova Ferroeste, assunto que o Paraná tem colocado muita energia e que é estratégica para o Estado; o Anexo C, do Tratado de Itaipu, que envolve o fim do financiamento da usina e o desejo do Estado em acessar uma parte desse recurso antes empenhado; e o Anel Viário, que abrange o custeio das rodovias federais, de R$ 300 milhões anuais somente para a manutenção básica. Essas estradas não podem receber aporte estadual, exigindo recursos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes”, explicou o secretário.

Todos esses projetos precisam ser desenhados e organizados, para que haja aderência federal, explica o secretário de Planejamento. “Nosso objetivo é deixar todo o ambiente preparado, com bons projetos estruturados, para termos condições de captar recursos”, disse.

Além de projetos do Estado, também foi levada à União uma proposta regional do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que é a criação do Fundo Sul, um instrumento de desenvolvimento que Sudeste, Norte e Nordeste já têm. “Este fundo pode alavancar e financiar nossa agroindústria, indústria e comércio”, disse Guto Silva, que assinalou a necessidade de avanço nas questões de infraestrutura.

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“O Paraná que cresce vai demandar mais energia, rodovias, ferrovias e aeroportos para podermos acompanhar esse crescimento. O Estado não pode ser empecilho a esse progresso a médio e longo prazo, não podemos chegar a um ponto de uma indústria não poder se instalar no Estado por falta de estrutura de escoamento e transporte da produção, por exemplo”, disse. “Temos essa obrigação de refletir o Estado para não hipotecar o futuro do Paraná”.

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