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Mulheres são eleitas para apenas 4 cadeiras estaduais e federais

Mulheres são eleitas para apenas 4 cadeiras estaduais e federais

O grande clamor pela participação da mulher na política deu à classe o direito e a obrigatoriedade de representarem 30% das candidaturas registradas em cada eleição. No Paraná, o número seguiu a regra a risca e lançou 226 nomes para vagas na Assembleia Legislativa e 133 para a Câmara Federal. No entanto, apensar de 52% do eleitorado no país ser composto por mulheres, a aposta na política feminina ainda é baixa.

Na última bancada estadual do Paraná, apenas 3 das 54 cadeiras eram ocupadas por mulheres. Nesta eleição, apesar da renovação dos nomes, o número subiu apenas uma casa e foi pra 4. O único nome mantido do último pleito foi o de Maria Victória (PP), filha da atual governadora do Paraná Cida Borghetti com quem divide partido.

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Mabel Canto (PSC), Luciana Rafagnin (PT) e Cristina Silvestri (PPS) são as novas parlamentares. Duas mulheres não embocaram a reeleição, Claudia Pereira e a Cantora Mara Lima, ambas do Partido Social Cristão.

No cenário federal, das 30 cadeiras, a bancada feminina paranaense terá também quatro cadeiras, com a eleição de nomes já conhecidos na política e outros, nem tanto. Gleisi Hoffman, agora auto-intitulada Gleisi Lula, é a atual presidente do Partido dos Trabalhadores, e deixa sua cadeira no Senado para assumir um lugar na câmara federal. Com destaque para sua conquista de terceira maior votação no Paraná, 212.513 votos.

Christiane Yared (PR), mãe que protagonizou o drama familiar após a tragédia que matou dois jovens, um deles seu filho, em um acidente automobilístico causado pelo ex-deputado Carli Filho, foi reeleita como deputada federal, seguindo sua trajetória na política com 107.636 votos.

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O nome de Luisa Canziani (PTB) não foi surpresa, filha do ex-deputado federal e candidato ao Senado Alex Canziani, também do PTB, a jovem de apenas 22 anos entra no lugar do pai, que não conseguiu votos suficientes para garantir seu lugar no Senado.

Aline Sleutjes do PSL, partido do presidenciável Jair Bolsonaro, embarcou na onda “bolsonarista” Brasil a fora e foi reeleita deputada federal com 33.628 votos.

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