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Prédios da UENP são alvo de pichações anti-Bolsonaro

Prédios da UENP são alvo de pichações anti-Bolsonaro

O cenário político brasileiro passa por um momento delicado. Se nos últimos anos os escândalos de corrupção envolvendo políticos tomaram conta das mídias jornalísticas, a disputa eleitoral pela presidência da república tem tido foco, principalmente, na disputa travada por eleitores de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

Em todo país tem sido registradas notícias envolvendo confrontos e até mesmo morte de pessoas que se dizem eleitores de ambos os candidatos. De um lado, o ódio rodeia o retrospecto do Partido dos Trabalhadores com relação ao envolvimento com a corrupção, leis fracas com relação a punição de criminosos e o suposto “Kit gay” que seria distribuído nas escolas; práticas que são condenadas pelo candidato do PSL e seus eleitores.

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Com um discurso conservador e contra essas ações, Jair Bolsonaro com suas declarações fortes acabou se tornando alvo da chamada esquerda, onde muitos vem nele uma figura fascista e um perigo a democracia visto sua ligação com militarismo.

Independentemente da visão política de cada um, as pessoas que mais se identificam com cada candidato tem praticado uma série de atos considerados criminosos em todo país. No último fim de semana, estas ações foram registradas na região do Norte Pioneiro e causaram revolta em parte da população.

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Ao menos dois prédios do campus da UENP (Universidade Estadual do Norte Pioneiro) em Jacarezinho, foram alvos de pichadores com frases “Ditadura nunca”, “Bolsonaro ditador” e o símbolo do comunismo. Em uma das pichações a letra “S” de Bolsonaro foi substituída por uma suástica, o que pode ser considerado outro crime. De acordo com a Lei 7.716/89, artigo 20 parágrafo 1 “Fabricar, comercializar, distribuir ou veicular, símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda que utilizem a cruz suástica ou gamada, para fins de divulgação do nazismo, pena-reclusão de dois a cinco anos e multa”.

 

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Nota

A Universidade Estadual do Norte Pioneiro confirma a informação sobre pichações em dois de seus prédios do Campus Jacarezinho, do Centro de Ciências Sociais Aplicadas (SSSA), antiga Faculdade de Direito, e do Centro de Ciências Humanas e da Educação (CCHE) e do Centro de Letras, Comunicação e Artes (CLCA), antiga Fafija.

O campus de Jacarezinho lamenta o fato que seria, em tese, a prática do crime ambiental previsto no artigo 65 da Lei 9605/1998. A Universidade comunicou as autoridades responsáveis pela apuração da responsabilidade do(s) autor(es), e tomará as providências necessárias para a reparação dos danos ao seu patrimônio.

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