
(Foto: Reprodução/Alceu Nievola/RPC)
Após promover várias investigações, o Ministério Público do Paraná deflagrou no mês de abril a “Operação Usurpador” no município de Arapoti. O alvo foram pessoas apontadas como envolvidas em desvios de parte da produção do colégio dentre eles, o ex-diretor da instituição no período de 2015 a 2018, Rodrigo Barros Nunes.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, no período em que estava sob o comando da instituição o ex-diretor esteve à frente de um esquema que repassava parte da produção do Colégio Agrícola para beneficiar parentes, servidores da instituição e empresários da região. A promotoria de Justiça apontou que foram desviadas lavouras de soja, milho e toras de eucalipto. Além destes desvios, outra acusação é relacionada a compra de insumos agrícolas.
Com isso, as nove pessoas foram denunciadas por vários crimes e, entre eles, formação de organização criminosa, peculato e fraude em licitação. Ainda de acordo com as investigações, estima-se que o grupo tenha desviado cerca de R$ 195 mil, dinheiro que deveria ir para instituição que é mantida por meio de recursos públicos.
Além da denúncia sobre os crimes praticados pelos suspeitos, o Ministério Público ainda busca junto à Justiça que seja realizada a reparação dos danos financeiros causados contra a instituição.


