Buscar

Carregando...

Carregando favoritos...

Newsletter image

Assine nossa Newsletter

Junte-se aos mais de 10k+ de pessoas que serão notificadas por nossas novidades e notícias.

Não se preocupe, sem SPAM! Você pode cancelar a qualquer momento.

Confirmidade com a LGPD

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Ao continuar a utilizar o nosso site, você aceita o uso de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Uso.

Receba Notícias no WhatsApp

Cadastre-se para receber as principais manchetes diretamente no seu celular.

* Ao clicar em inscrever-se, você será redirecionado para o WhatsApp para enviar a mensagem de confirmação.

Publicidade
Anúncio

Senado aprova aumento de salários dos ministros do STF para R$ 39,2 mil

Senado aprova aumento de salários dos ministros do STF para R$ 39,2 mil

Continua após a publicidade

Continua após a publicidade

["Jefferson Rudy/Agu00eancia Senado"]

Continua após a publicidade

O Senado aprovou hoje por 41 votos a 16, aumento de 16% nos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A proposta segue agora para a sanção do presidente Michel Temer. Com o reajuste, os salários dos ministros – que serve como teto para o funcionalismo público - passarão de R$ 33,7 mil para R$ 39,2 mil. O aumento passará a valer a partir da sanção presidencial. É prerrogativa do presidente da República vetar a proposta, se assim desejar.

O aumento gera um efeito-cascata nas contas, já que servem como base para os salários de outros poderes, como Câmara Federal e o próprio Senado. A estimativa é de um impacto de mais de R$ 5 bilhões nas contas do governo federal somente em 2019. Caso o limite seja alargado, aumenta também o número de servidores que poderão receber um valor maior de gratificações e verbas extras que hoje ultrapassam o teto.

Os senadores também aprovaram um segundo projeto que também reajusta em 16% o salário do procurador-geral da República - os vencimentos também passarão para R$ 39,2 mil.

A proposta de reajuste foi encaminhada ao Congresso em 2015 pelo então presidente do STF, Ricardo Lewandowski. Um ano depois, a Câmara aprovou o reajuste, mas o aumento ainda não havia sido analisado pelos senadores. O texto estava parado desde 2016 no Senado e foi incluído na pauta da Casa na terça-feira.

A aprovação do reajuste pode ser considerado um revés para o presidente eleito Jair Bolsonaro. Nesta quarta, mais cedo, ele afirmou que este não é o “momento” de se ampliar despesas. Ele também declarou ver o aumento de gastos “com preocupação”.

 

FONTE:Bem Paraná e G1

Receba nossas notícias no WhatsApp!

Entre no grupo Folha Extra 01 e fique por dentro de tudo.

Notícia Anterior
Edison Brittes diz que não arrombou porta do quarto e mentiu para proteger filho de político local
08/11/2018
Próxima Notícia
Começa 2ª edição do Degusta Campos Gerais
07/11/2018