Buscar

Carregando...

Carregando favoritos...

Newsletter image

Assine nossa Newsletter

Junte-se aos mais de 10k+ de pessoas que serão notificadas por nossas novidades e notícias.

Não se preocupe, sem SPAM! Você pode cancelar a qualquer momento.

Confirmidade com a LGPD

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Ao continuar a utilizar o nosso site, você aceita o uso de cookies, Política de Privacidade, e Termos de Uso.

Receba Notícias no WhatsApp

Cadastre-se para receber as principais manchetes diretamente no seu celular.

* Ao clicar em inscrever-se, você será redirecionado para o WhatsApp para enviar a mensagem de confirmação.

Publicidade
Anúncio

Mortes por afogamento disparam no Paraná em 2018

Mortes por afogamento disparam no Paraná em 2018

Dados levantados pelo Bem Paraná junto ao Sistema Digital de Dados Operacionais do Corpo de Bombeiros (SYSBM-CCB), inclusive, apontam que tragédias ocorridas por afogamento estão mais comuns do que nunca no Paraná. Neste ano, até esta segunda-feira (19), foram 101 óbitos por afogamento em 696 ocorrências registradas em todo o Estado. O número é 13,5% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando os bombeiros registraram 89 mortes em 1.608 atendimentos.

Os casos mais recentes, inclusive, servem de alerta para toda a população. É que os meses de dezembro, janeiro e fevereiro concentram até 89% dos casos de afogamento no Estado. Isso acontece porque esses meses marcam a entrada da estação mais quente do ano, o verão, quando as pessoas buscam rios, cavas e as praias para “espantar” o calor. 

Continua após a publicidade

A maior parte das tragédias, inclusive, são registradas justamente em cavas e vitimam principalmente homens com idade entre 16 e 23 anos. Nadar nesses lugares pode ser perigoso, já que não há como saber qual é o relevo do local escolhido para banho, além de poder haver buracos, galhos, limo ou outros obstáculos que dificultam ou impedem a saída da água.

 

Nadar em rios e lagos impróprios para banho é tão perigoso quanto se arriscar no mar sem a presença de salva-vidas. A prática de nado nos parques municipais e nas cavas está proibida, pois estes locais não contam com acompanhamento de profissional habilitado para salvamentos.

Continua após a publicidade

A Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil de Curitiba alerta os pais e responsáveis para ficarem de olho nas crianças e adolescentes, evitando acidentes. “O alerta vale para todo mundo, mesmo para quem se considera um nadador experiente”, afirma o coordenador da Defesa Civil de Curitiba, Nelson de Lima Ribeiro. A proibição está indicada nas placas dos parques públicos de Curitiba.

“O desconhecimento sobre o terreno e sobre o que se pode encontrar no fundo da cava, como pedras e galhos, pode acabar em afogamento”, diz Ribeiro. O coordenador da Defesa Civil alerta que, em hipótese alguma, deve-se tentar saltar na água. “São inúmeros os obstáculos não previstos e choques que podem ser provocados pelo impacto e acarretar sérias lesões físicas”, salienta.

Em caso de afogamentos e emergências, deve-se acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros (193) ou a Defesa Civil (199).

Continua após a publicidade

 

FONTE:Bem Paraná

Receba nossas notícias no WhatsApp!

Entre no grupo Folha Extra 01 e fique por dentro de tudo.

Notícia Anterior
Caixa eletrônico é alvo de assaltantes na região dos Campos Gerais
20/11/2018
Próxima Notícia
Time do Norte Pioneiro é bicampeão em Campeonato Regional de Base
20/11/2018