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Pesquisadores das universidades estaduais estão na lista de melhores cientistas do mundo

A plataforma internacional de pesquisa acadêmica Research.com classificou entre os melhores cientistas do mundo 15 professores ligados às universid...

A plataforma internacional de pesquisa acadêmica Research.com classificou entre os melhores cientistas do mundo 15 professores ligados às universidades estaduais de Maringá (UEM), Ponta Grossa (UEPG) e Londrina (UEL). Os pesquisadores foram avaliados pela produção científica e o impacto dos artigos acadêmicos publicados, catalogados no Google Acadêmico e no Painel Acadêmico da Microsoft.

As posições no ranking se baseiam no Índice H, uma métrica internacional de produtividade científica, além da quantidade de publicações e citações de cada pesquisador. Os profissionais das instituições estaduais paranaenses (11 da UEM, três da UEL e um da UEPG) se destacaram em seis das 17 categorias avaliadas: Biologia e Bioquímica; Ciência de Materiais; Ecologia e Evolução; Microbiologia; Química; e Zootecnia e Veterinária.

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Na lista dos renomados especialistas brasileiros, quatro pesquisadores das universidades vinculadas ao Estado aparecem entre os mais qualificados, segundo esse levantamento. É o caso do professor Ângelo Antonio Agostinho, do Programa de Pós-Graduação em Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais (PEA) da UEM, que figura em 4º lugar nacional, na área de Ecologia e Evolução. Líder na região Sul do Brasil, o docente soma 198 publicações e mais de 15 mil citações.

Na sequência, também destacado como o primeiro no Sul do Brasil, o professor Alessandro Dourado Loguercio, do Departamento de Odontologia da UEPG, ocupa a 8ª colocação, entre os 45 cientistas brasileiros elencados na categoria Ciência de Materiais. O pesquisador tem 196 publicações e 9.420 citações, segundo os bancos de dados dos repositórios da produção científica mundial.

“Sempre pensamos no desenvolvimento de produtos que gerem material científico para ser publicado e para que a tecnologia seja patenteada”, afirma Loguercio. “Nessa área do desenvolvimento sustentável, o Paraná tem um número bastante expressivo de empresas que podem absorver as tecnologias desenvolvidas nas universidades”.

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Os nomes de dois pesquisadores do Centro de Ciências Exatas da UEM se repetem nos campos Ciência de Materiais e Química. O professor aposentado Edvani Curti Muniz figura em 9º e 16º lugar nacional nas respectivas áreas, somando 461 publicações e mais de 20 mil citações; na mesma ordem, o professor Adley Forti Rubira acumula as posições 28 e 43 entre os cientistas brasileiros, somando 389 publicações e 13.816 citações.

Para Edvani, a produção de conhecimento técnico e científico está relacionada ao desenvolvimento sustentável da sociedade. “Os países mais desenvolvidos do mundo têm alta capacidade de produção científica e as universidades estaduais do Paraná vêm contribuindo para o desenvolvimento, principalmente no Interior do Estado, com pesquisas publicadas nos mais diversos periódicos acadêmicos. Sem dúvidas, existe uma correlação direta entre o bem-estar e a riqueza da sociedade, por meio da produção do conhecimento”, enfatiza.

Atualmente, Edvani atua nos programas de pós-graduação em Química da UEM; em Ciência e Engenharia dos Materiais da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), em Londrina, no Norte paranaense; e em Química da Universidade Federal do Piauí (UFPI), em Teresina (PI), no Nordeste brasileiro.

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UNIVERSIDADES– O portal Research.com classifica ainda as melhores universidades do mundo com base na reputação dos cientistas avaliados nas 17 categorias. Nesse cenário, o desempenho dos pesquisadores da UEM, UEL e UEPG, nas seis áreas de destaque, refletiram diretamente nos resultados institucionais. Na prática, o ranking busca capitalizar o fator humano como ativo valioso para as instituições de ensino superior e de pesquisa científica e tecnológica.

Em três categorias, a UEM sustenta o título de melhor universidade da região Sul. Entre 23 instituições brasileiras classificadas em Zootecnia e Veterinária, por exemplo, a estadual paranaense ocupa a 6ª colocação, reunindo três pesquisadores que somam 412 publicações. A UEL vem na sequência, em 9º lugar, com dois pesquisadores e 212 publicações. No mundo, as duas universidades estão classificadas nas posições 123 e 173, respectivamente.

Na área Ecologia e Evolução, a UEM está em 6º lugar nacional, com três pesquisadores e 454 publicações, liderando a região de forma absoluta e isolada como a única universidade do Sul do País, entre 26 instituições brasileiras classificadas nessa modalidade. No global, a paranaense está classificada na posição 312 do ranking.

Já em Ciência de Materiais a UEM figura na 7ª colocação nacional, com dois pesquisadores que, juntos, somam 402 publicações. Em seguida, a UEPG assegura o 9º lugar. No ranking geral, as duas universidades aparecem nas posições 585 e 742, nessa ordem.

SUCESSO– Para a assessora de Relações Internacionais da Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Marila Annibelli Vellozo, os resultados de diferentes rankings demonstram a alta capacidade da produção científica paranaense. “As universidades são fator chave para a inovação e o fato de a pesquisa paranaense estar conectada às demandas locais e regionais contribui em termos de replicação do conhecimento, promovendo a excelência institucional nos padrões do mundo globalizado”, afirma.

Além dos pesquisadores das instituições estaduais de ensino superior paranaenses, quatro pesquisadores da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e três da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) estão presentes no ranking.

Confira os nomes dos pesquisadores das universidades estaduais do Paraná classificados pela plataforma Research.com:

Foto: Reprodução/Secom Paraná
Foto: Reprodução/Secom Paraná

 

Foto: Reprodução/Secom Paraná
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Foto: Reprodução/Secom Paraná
Foto: Reprodução/Secom Paraná

 

Foto: Reprodução/Secom Paraná
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Foto: Reprodução/Secom Paraná
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Foto: Reprodução/Secom Paraná
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