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Carceragem de Wenceslau Braz está em alerta devido a surto da Covid-19

Carceragem de Wenceslau Braz está em alerta devido a surto da Covid-19

Agentes do Depen e profissionais da secretaria de Saúde tem trabalhado para evitar que a doença se espalhe entre os presos que estão na unidade

 

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O coronavírus é uma doença com uma capacidade de transmissão bem acima de outros vírus, o que faz com que a Covid-19 se espelhe com facilidade entre as pessoas contaminando cada vez mais pacientes. Se em ambientes abertos todo cuidado ainda é pouco, imagine uma situação onde aproximadamente 130 presos estão confinados em celas que acabam por comportar mais pessoas do que sua capacidade máxima. Um prato cheio para o coronavírus.

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Esta é a situação de risco que está sendo enfrentada por presos e agentes de segurança do Depen que são responsáveis pela gestão da carceragem do município de Wenceslau Braz. De acordo com informações apuradas pela reportagem, após uma nova testagem em massa realizada entre os detentos foram confirmados novos casos da doença, que atualmente chega à casa dos 50 casos ativos.

Na semana passada, o Depen emitiu nota informando que 23 presos haviam testado positivo para doença, dos quais foram devidamente isolados e estavam recebendo acompanhamento médico da equipe da secretaria municipal de Saúde. Agora, com casos já contabilizados no boletim da última terça-feira (20), o número subiu para 50.

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Ainda na nota encaminhada a redação da Folha, o Depen informou que vem tomando todas as medidas e seguindo os protocolos para tentar conter a doença, como a nebulização e lavagem das galerias duas vezes ao dia para desinfetar o local. Devido a situação, a entrada de novos presos chegou a ser suspensa na unidade por 14 dias.

A equipe do Depen ainda informou que, apesar do aumento no contágio entre os detentos, os agentes do Departamento seguem atuando e não foram contaminados, com exceção de uma servidora que teve a doença, mas se recuperou e já retornou as suas atividades há alguns dias. Em relação ao diagnóstico da doença envolvendo agentes da Polícia Civil, vale destacar que, apesar de dividirem o mesmo prédio, Depen e Polícia Civil atuam de maneira independente.

Os novos diagnósticos causaram espanto entre a população e rumores nas redes sociais. Isso porque no boletim divulgado na terça-feira (20), foram contabilizados 44 novos casos ativos da doença, um salto que mexeu com os ânimos dos brazenses. Segundo informações, os presos que foram contaminados com a doença seguem com sintomas leves.

Diante da situação de aumento dos diagnósticos, agentes e detentos estão em estado de alerta, pois a proliferação da doença na carceragem pode se tornar um surto. Enquanto agentes do Depen trabalham para manter o local limpo e os presos contaminados isolados, a equipe da secretaria de Saúde seque realizando a testagem dos presos para tentar evitar que a doença contamine mais pessoas.

Até o momento, ainda não há previsão de quando a população prisional será incluída no cronograma de vacinação. Já em relação aos agentes de segurança, há forte mobilização para que policiais civis, militares e de carceragem sejam incluídos no público alvo que atua na linha de frente de combate a doença. Porém, até o início desta semana, por exemplo, apenas 10% dos policiais da 2ª Companhia da PM de Wenceslau Braz haviam sido vacinados e sem previsão para imunização de agentes de outros setores.

De acordo com o boletim informativo divulgado pela secretaria municipal de Saúde nesta quarta-feira (21), Wenceslau Braz está no momento com 179 pacientes com a doença ativa, além de outros 36 casos suspeitos que aguardam resultados de exames. A doença já matou 57 pessoas desde o início da pandemia no município. As vacinas avançaram chegando a 3804 doses aplicadas no município, sendo 2.707 brazenses vacinados com a primeira dose e 1.097 pessoas imunizados com as duas doses.

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