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Justiça mantém suspensão de cultos e missas em Arapoti

Justiça mantém suspensão de cultos e missas em Arapoti

Na manhã desta quarta-feira (22), a Justiça determinou a prorrogação da suspensão sobre a realização dos cultos e missas por mais 30 dias. As igrejas já estavam impedidas de realizar as reuniões e encontros religiosos desde 05 de junho quando uma ordem judicial determinou a suspensão imediata do decreto municipal nº 5.642/2020 que liberava o funcionamento limitado a capacidade de 30%.

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“Frise-se que, embora exista um número considerável de pessoas curadas, infelizmente o número de casos positivos é expressivo não somente no Município de Arapoti, mas também em municípios da região. Na mesma linha, importante lembrar que a pandemia causada pelo Coronavírus (Covid-19) tem avançado com velocidade galopante e ceifado as vidas de inúmeras pessoas, sendo que até o presente momento não há uma vacina contra o vírus, sequer um tratamento comprovadamente eficaz, em que pese o incansável esforço da Comunidade Científica e Médica ao redor do mundo” argumentou o Juiz Djalma Aparecido Gaspar Júnior

Ele entendeu que, no atual cenário, não há dúvidas quanto a necessidade de evitar aglomeração de pessoas, sob pena de implicar no risco de uma contaminação generalizada e descontrolada no Município de Arapoti. “Ademais, em consulta ao caderno processual, é possível verificar que a estrutura municipal de saúde não possibilita o controle e monitoramento de uma eventual contaminação em massa” justificou.

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Neste sentir, o magistrado entende que a manutenção de suspensão do Decreto Municipal nº 5.642/2020 é medida que se impõe, a fim de verificar a consolidação do achatamento da curva de contágio no Município de Arapoti. “A retomada de atividades religiosas neste momento poderia implicar no risco de uma contaminação generalizada e descontrolada no Município de Arapoti. Além disso, o descontrole em relação à doença poderia prejudicar o comércio e outras atividades que já estão passando sérias dificuldades no cenário atual” pontuou o Juiz.

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Por fim, em sua decisão, ele afirmou que o Juízo não desconhece que as igrejas são atividades essenciais aos munícipes. “Todavia, considerando o atual momento em que vivemos na cidade e região de Arapoti, é mais prudente que sejam adotados os meios eletrônicos e virtuais para que as pessoas continuem exercendo a liturgia, bem como poderão fazer suas contribuições financeiras/dízimos para a manutenção estrutural de suas respectivas religiões através de depósitos em contas bancárias, aplicativos (carteira digital), entre outros meios” finalizou.

 

Via: Folha Paranaense.

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