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Prefeitura de Arapoti pede apoio do Exército para aumentar fiscalização de combate a Covid-19

Prefeitura de Arapoti pede apoio do Exército para aumentar fiscalização de combate a Covid-19

Após uma recomendação do Ministério Público ao Poder Executivo de que fechasse o comércio pelo período de 14 dias, a prefeita de Arapoti, Nerilda Penna tornou público que irá aumentar a fiscalização para que se cumpram as medidas já impostas pela prefeitura nas ações de combate a Covid-19, o que inclui o pedido de ajuda ao Exército.

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O pedido do MP foi realizado neste domingo (21) após o prazo estipulado a partir da reunião realizada pelo Comitê de Contenção e Combate ao Coronavírus que aconteceu na última sexta-feira (19). Em resposta, Nerilda informou que ainda é cedo para tomar medidas precipitadas visto que ainda na semana passada foram publicados decretos com novas ações de combate e controle da doença no município.

A prefeita ainda informou que entrou em contato com o Coronel José Jorge dos Santos Júnior, comandante do 5º Esquadrão de cavalaria mecanizada, para solicitar apoio ao município no reforço das ações de enfrentamento e conscientização com relação ao combate à doença. Nerilda ainda disse que a prefeitura irá realizar a contratação de novos profissionais para área da Saúde a partir do próximo dia (19).

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Diante das medidas ora apresentadas pela prefeitura ao MP, o promotor de Justiça Esdras Soares Vilas Boas Ribeiro informou que o órgão irá aguardar mais um tempo para acompanhar e analisar os resultados das propostas e, por enquanto, não irá utilizar do meio judicial para que a recomendação de fechamento do comércio seja cumprida.

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Uma das medidas anunciada pela prefeitura para buscar aumentar ao controle sobre a disseminação do vírus e manter o comércio aberto foi a obrigatoriedade de apresentação de documentos pessoais para que as pessoas possam ter acesso a estabelecimentos comerciais. O objetivo da medida é identificar possíveis casos de pacientes com a doença confirmada que estejam descumprindo a ordem de isolamento e aumentar a capacidade de rastreamento das pessoas que tiveram contato com aqueles que testaram positivo para doença.

A princípio, foi estipulada uma multa de R$ 200 para casos de reincidência de munícipes que fossem flagrados circulando sem seus documentos e R$ 1 mil para comerciantes que não exigissem e registrassem os dados do cliente no momento em que este fosse ao estabelecimento. Porém, o decreto foi alterado no mesmo dia e o registro em estabelecimentos comerciais passou a ser facultativo, mas manteve-se a multa para cidadão flagrado circulando sem documentos pessoas.

Com relação ao número de casos no município, após uma onda crescente com um número considerável de pacientes diagnosticados diariamente na semana passada, na última sexta-feira Arapoti chegou a marca de 72 pessoas com a doença, número que permaneceu estagnado nos boletins do sábado (20) e no domingo.

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