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A obesidade, tão grave quanto a Dengue e o Coronavírus

A obesidade, tão grave quanto a Dengue e o Coronavírus

Existem atualmente grandes preocupações nacionais e mundiais com relação a epidemias, dando como exemplos respectivamente a Dengue e o COVID-19 (novo Coronavírus). Porém não podemos em momento algum nos esquecer de um problema de saúde que aflige praticamente todos os países do mundo e é fator que contribui a cada dia com milhares de mortes, sem nossa percepção, a obesidade.

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A obesidade é conhecidamente fator de risco para doenças cardiovasculares, câncer e diabetes, doenças que estão entre as dez maiores causas de morte no mundo, sendo a doença cardíaca isquêmica/infarto do miocárdio a maior delas. Além das doenças citadas, a obesidade pode estar relacionada com o agravo de processos infecciosos, degeneração articular mais precoce e mais severa e até transtornos mentais como a depressão.

A obesidade é conhecidamente fator de risco para doenças cardiovasculares, câncer e diabetes, doenças que estão entre as dez maiores causas de morte no mundo

Mas por que é tão difícil tomar uma providência contra este mal?

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É importante ressaltar que alguns casos de obesidade podem ter como causa base outras doenças crônicas não tratadas ou até mesmo o uso de alguns medicamentos, mas certamente a maioria dos casos está associada aos hábitos de vida, que apresentam extrema dificuldade de serem mudados e dependem muito do esforço de cada um. Não há um comprimido milagroso que permita o emagrecimento saudável e duradouro. Os tratamentos mais eficazes geralmente são multidisciplinares e incluem médicos, nutricionistas, psicólogos, fisioterapeutas, educadores físicos, entre outros, mas contam com um personagem central para dar certo, que é a pessoa que deseja perder peso. É muito difícil mudarmos nossos hábitos alimentares, iniciar uma atividade física para que não tenha costume ou voltar à atividade física após uma lesão, mas como citado acima, existem vários profissionais especializados para ajudar.

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Cabe uma reflexão. Somos racionais, conseguimos suprimir instintos, conseguimos tolerar vontades, conseguimos avaliar o que é melhor para nossa saúde e, principalmente, somos capazes de transformar nossos hábitos.

 

Dr. Bráulio César Pereira

Graduação de médico pela UFPR em 1999.

Especialista em diagnóstico por imagem com atuação exclusiva em ultrassonografia geral.

Membro titular do Colégio Brasileiro de Radiologia.

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